Cada frente responde a uma demanda diferente, e todas partem do mesmo lugar: compreender a história antes de trabalhar o que ela produziu.
Terapia individual para adultos
Sessões semanais, no consultório ou por videochamada, para quem quer entender melhor o que está vivendo. Muita gente chega já tendo pensado bastante sobre o próprio funcionamento, e o trabalho começa justamente aí: transformar aquilo que se compreende em algo que se experimenta de outro jeito no dia a dia.
O ritmo é construído com cada pessoa, sem prazo definido de antemão.
Procuram esse trabalho pessoas lidando com ansiedade, cansaço persistente, dificuldade de desacelerar, questões de autoestima, luto, ou atravessando mudanças importantes de fase da vida.
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Terapia de casal
É comum que um casal chegue depois de repetir a mesma conversa por muito tempo, ou depois de perceber que as conversas foram simplesmente rareando. Nas sessões, com os dois presentes, olhamos para o jeito como vocês se comunicam hoje e para aquilo que costuma ficar de fora quando o assunto aparece.
São encontros de maior duração. Quando apenas uma das pessoas quer começar, também é possível — e não é raro que a outra se aproxime depois.
Procuram esse trabalho casais que discutem sempre em torno do mesmo tema, que sentiram um afastamento gradual, que atravessam uma quebra de confiança, ou que estão diante de uma decisão grande e difícil de conversar.
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Contoterapia
É uma terapia conduzida a partir de contos. Trabalhamos com histórias — contos tradicionais, fábulas e narrativas simbólicas — escolhidas de acordo com o que a pessoa traz para as sessões. Os personagens, os conflitos e os desfechos de cada conto oferecem um material comum sobre o qual conversar.
Falar do que acontece na história costuma abrir espaço para falar do que acontece na vida. O conto empresta imagens e palavras a temas que ainda não encontraram forma na conversa direta, e cada leitura é elaborada junto, dentro da mesma abordagem winnicottiana. É conduzida como um processo com começo e fim definidos, em torno de três meses.
Procuram esse trabalho pessoas que gostam de histórias e se reconhecem nelas, quem já fez terapia e sentiu vontade de acessar o assunto por outro caminho, e quem se relaciona com as próprias questões mais pela análise do que pela experiência.
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Avaliação psicológica vocacional
Aos dezessete anos, escolher uma profissão pede um grau de autoconhecimento que ainda está sendo construído. Quando o adolescente diz que não sabe, geralmente há menos indecisão do que parece: há uma pergunta grande chegando cedo.
O processo reúne entrevistas, a aplicação de instrumento psicológico com parecer favorável do Conselho Federal de Psicologia — aplicação de teste é ato privativo do psicólogo — e uma devolutiva ao adolescente e à família. O resultado é uma leitura de como ele funciona: o que sustenta o interesse dele, o que o cansa, em que contextos ele rende mais.
Procuram esse trabalho famílias na reta do vestibular, adolescentes divididos entre a própria vontade e a expectativa de casa, e jovens já na faculdade em dúvida sobre seguir no curso.
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